Fim de tarde.
A fria brisa mais parecia um assopro de tão suave, mal levantava o voo das
folhas ao chão. O crepúsculo iniciava-se ao som do meu violão, que tocava
sentado ao cais. O silêncio só não era mais bonito que o som da água. Dedilhava
o violão aleatoriamente enquanto aguardava-a. O sol se punha detrás dos morros,
os pássaros voejavam a caminho de seus ninhos, e casais que ali estavam,
retiravam-se.

